preço médio do Brasil atinge incríveis R$9.642/m2 aponta indicador FIPEzap
O mercado imobiliário tem um indicador muito importante que é o preço por metro quadrado (R$/m2) dos imóveis. E nos últimos anos, principalmente a partir da pandemia da COVID em 2020, o preço dos imóveis tem subido acima da inflação.
Análise do último mês: com base em informações sobre preços de venda de imóveis residenciais em 56 cidades brasileiras, o Índice FipeZAP registrou um aumento médio de 0,20% em janeiro de 2026, o que representou uma desaceleração em relação aos dois meses anteriores: novembro (+0,58%) e dezembro (+0,28%). Além disso, a variação também foi inferior ao registro de janeiro de 2025, quando os preços residenciais avançaram, em média, 0,59%.
10º Lugar: Belo HOrizonte – MG

Belo Horizonte, a “Capital do Boteco”, é um dos principais centros econômicos e logísticos do Brasil, destacando-se pela inovação tecnológica e polo biotecnológico. A cidade abriga o icônico Conjunto Arquitetônico da Pampulha, reconhecido pela UNESCO, e o vibrante Mercado Central, um dos melhores do mundo. A capital de Minas gerais tem o preço médios dos imóveis em R$10.640/m2.
9º Lugar: Rio de Janeiro – RJ

A “Cidade Maravilhosa” tem o preço médio de R$10.850/m2. Interessante lembra que alguns bairros como Leblon, Ipanema e Copacabana tem preço por metro quadrado que superam os R$30.000.
O Rio de Janeiro é o principal destino turístico da América Latina e a segunda maior economia do Brasil, com um PIB impulsionado pelos setores de serviços, petróleo e gás. Em 2026, a cidade se consolida como um hub de inovação e tecnologia, sediando eventos globais como o Web Summit Rio e o Rock in Rio
8º Lugar: Curitiba – PR

Curitiba é reconhecida internacionalmente como um modelo de planejamento urbano e sustentabilidade, destacando-se pela eficiência do seu transporte público e pela vasta área verde que inclui o icônico Jardim Botânico. A capital paranaense é um forte polo industrial e tecnológico, ostentando um dos maiores PIBs do Brasil e uma qualidade de vida elevada com forte influência da imigração europeia. O preço de venda médio dos imóveis na capital paranaense é de R$11.646/m2.
7º Lugar: Barueri – SP

Barueri é a cidade onde fica o Alphaville – SP com seus conjuntos de condomínios. O preço médio de um imóvel na cidade é de R$11.646/m2. Uma curiosidade é que As casas de altíssimo luxo nos condomínios custam entre R$4milhões a R$10milhões.
A cidade ostenta um dos maiores PIBs do país e é referência em infraestrutura, oferecendo segurança, educação de ponta e centros de compras de luxo como o Shopping Iguatemi Alphaville.
6º Lugar: São Paulo – SP

São Paulo é a maior metrópole do Hemisfério Sul e o principal centro financeiro e corporativo da América do Sul, concentrando quase 10% do PIB nacional em 2026. A cidade é um caldeirão cultural vibrante, oferecendo desde marcos históricos e arquitetônicos como o MASP e o Edifício Copan até uma gastronomia de classe mundial e eventos globais como a Fórmula 1.
A maior cidade com seus 20 milhões de habitantes e mercado imobiliário pujante, aparece em 6º lugar com R$11.915/m2.
5º Lugar: Florianópolis – SC

Florianópolis, a “Ilha da Magia”, é a capital brasileira com o maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), consolidando-se em 2026 como a cidade mais competitiva do Brasil e um dos principais polos tecnológicos da América Latina.
Os imóveis de Florianópolis já rompem o teto dos doze mil reais, com R$12.684/m2. A capital que se tornou nos últimos anos referência em qualidade de vida, limpeza, organização e oportunidades de trabalho.
4º Lugar: Itajaí – SC

Itajaí é um polo econômico do Estado de Santa Catarina, conhecido por abrigar um dos maiores complexos portuários do Brasil e por sua forte tradição na pesca e na indústria naval. O mercado imobiliário na região é aquecido e tem preço médio de R$13.023/m2.
A cidade mistura urbanismo e natureza, oferecendo praias famosas como a Praia Brava e eventos culturais de renome, como a Marejada. Além disso, destaca-se pela qualidade de vida e pelo setor de serviços em constante expansão no litoral norte de Santa Catarina.
3º Lugar: Vitória – ES

Vitória é uma das três ilhas-capitais do Brasil, destacando-se por possuir o segundo melhor IDH entre as capitais e uma economia forte impulsionada pela atividade portuária e petrolífera. O preço médio dos imóveis é de R$14.253/m2.
A cidade encanta pela beleza da Curva da Jurema e da Praia de Camburi, além de preservar tradições como as Paneleiras de Goiabeiras.
2º Lugar: Itapeman – SC

Itapema é conhecida como a “Princesinha de Santa Catarina”, destacando-se como um dos destinos turísticos mais procurados do estado e um fenômeno de valorização imobiliária no Brasil.
A cidade combina praias de águas cristalinas, como a badalada Meia Praia e a tranquila Praia do Centro, com uma infraestrutura moderna de lazer que inclui o Mirante do Encanto.
Além do turismo, consolidou-se como a “Capital dos Ultraleves” e um canteiro de obras de luxuosos arranha-céus, atraindo investidores de todo o mundo. R$14.944/m2 é o preço médio de um ímovel na cidade.
1º Lugar: Balneário Camboriú – SC

Balneário Camboriú, carinhosamente apelidada de “Dubai Brasileira”, é um ícone global de verticalização e detém os dez prédios mais altos do Brasil, incluindo o luxuoso Yachthouse.
Em 2026, a cidade consolida seu status de metrópole do lazer com o avanço do Senna Tower, projetado para ser o edifício residencial mais alto do mundo com mais de 550 metros. Tudo isso, faz dela ter o preço médio mais caro de imóveis do Brasil com R$15.030/m2, rompendo pela primeira vez na história o teto dos R$15mil.
O destino oferece infraestrutura turística de ponta, como a Roda Gigante FG Big Wheel e o Parque Unipraias, aliando uma vida noturna agitada a um dos maiores índices de desenvolvimento humano do país.
Preço médio de imóveis – Ranking por cidade – FIPEzap
Aqui está a tabela com o ranking do preço médio de venda de imóveis por cidade. São 50 cidades do Brasil.
Observe que as 10 cidades com o metro quadrado mais caro do Brasil, todas estão acima de R$10.000/m2

Algumas cidades importantes e interessantes ainda tem um preço baixo, como: Recife, Belém, João Pessoa, Cuiabá e Aracaju.
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Fonte: Índice FIPE-zap Janeiro de 2026.
Autor: Eng. Fabrício Rossi – 06 Fevereiro 2026 – Belo Horizonte – MG